Investidores apostam em novos loteamentos e construção de moradias em Cambé

A zona urbana de Cambé está sendo rapidamente transformada. Novos loteamentos preenchem os espaços vazios da cidade e se expandem pela zona rural. Ao mesmo tempo a construção de novas moradias se espalha por todas as regiões. Atualmente estão em obras 20 condomínios verticais, totalizando 2.984 novas moradias. Os empreendimentos cumprem todas as exigências estabelecidas pela Caixa Econômica Federal (CEF) para serem financiados.

Paralelamente, entre projetos em fase de análise ou com alvarás já expedidos pela Prefeitura nos últimos meses, a soma ultrapassa 1.100 processos para construção de residências particulares. Em 2017, através da CEF, foram financiados em Cambé 633 imóveis e neste ano já são 1.017. Os recursos liberados nestes dois anos somam R$ 191 milhões.

Para o prefeito José do Carmo Garcia os novos empreendimentos mostram a confiança dos investidores no potencial de nosso Município. “O momento aumenta nosso otimismo e exige um esforço maior do poder público para acompanhar essa reação positiva do mercado imobiliário. A iniciativa privada é a principal responsável pela geração de empregos e renda. Ela é que move a engrenagem econômica que permite aos municípios aumentar sua arrecadação e fazer os investimentos necessários para levar os equipamentos e os serviços para atender os moradores”, disse.

Zé do Carmo destacou também que o Município está fazendo sua parte nesse processo de desenvolvimento, dando respostas positivas às demandas que vem surgindo. “Já colocamos em funcionamento mais três Centros Municipais de Ensino Infantil, estamos iniciando a construção de mais um e concluindo outros dois; mais duas unidades de saúde estão sendo construídas e uma sendo reformada e ampliada; continuamos recuperando a pavimentação de ruas e avenidas com quase 40 quilômetros concluídos; pavimentando a estrada Cambé/Bratislava/Caramuru; recuperando e construindo praças esportivas; implantando um novo distrito industrial; ampliando a rede coletora de esgoto sanitário, entre tantas outras melhorias que toda a cidade está recebendo”, afirmou.

Caixa reduz taxa de juros

Desde a última segunda-feira (24) começaram a valer as novas taxas de juros de financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal. No último dia 14, o banco informou que reduziu em 0,75 ponto percentual as taxas de juros do crédito para compra de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

A redução vale para imóvel de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passam de 9,5% ao ano para 8,75% ao ano. E a taxa máxima cai de 11% para 10,25% ao ano.

A Caixa também informou que, a partir de novembro, oferecerá um novo serviço de avaliações de imóveis, disponibilizando laudo diretamente para pessoas físicas e jurídicas. Segundo o banco, o “Caixa Avalia” é uma plataforma que vai permitir a venda de avaliações pelo site com contratação 100% digital.

REDUÇÕES DE JUROS – Em abril, a Caixa reduziu em até 1,25 ponto percentual as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%. Em julho, o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica.

Em agosto, promoveu uma redução de até 0,5 ponto percentual das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do SBPE. O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física subiu de 70% para 80%. A Caixa tem R$ 85 bilhões disponíveis para o crédito habitacional este ano. No primeiro semestre, foram contratados mais de R$ 40 bilhões. O banco tem cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 800 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI, que financia imóveis com recursos de poupança.

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