Começou a Semana Nacional de Combate ao Aedes aegypti

Foto: Valdecir Galor/SMCS

A Semana Nacional de Combate ao Aedes aegypti começou ontem (26) em todos os municípios do país com a promoção de ações como visitas domiciliares, mutirões de limpeza e distribuição de materiais informativos. A Campanha vai até sexta-feira (30), sendo a sexta o “Dia D” de combate ao mosquito.

A Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC)  orientou estados e municípios a realizarem atividades para instruir as comunidades sobre a importância da prevenção e combate ao mosquito.No total, 210 mil unidades públicas e privadas de todo o país estão sendo mobilizadas, sendo 146 mil escolas da rede básica, 11 mil Centros de Assistência Social e 53 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Segundo o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Divino Martins, o verão é o período que requer maior atenção e intensificação dos esforços para não deixar o mosquito nascer. No caso da população, além dos cuidados, como não deixar água parada nos vasos de plantas, é possível verificar melhor as residências, apoiando o trabalho dos agentes de endemias.

Cambé

 A Secretaria Municipal de Saúde de Cambé informou que de agosto até agora foram registrados dois casos de dengue e nenhum de zika e chikungunya na cidade. Nesta semana serão promovidos teatros de fantoches relacionados ao tema para os alunos dos Centros de Educação Infantil (CMEIs), campanhas informativas em empresas, locais públicos e no Dia D um estande informativo será montado no calçadão central.

Na última terça-feira (20), a o Departamento de Endemias realizou uma ação direcionada e retirou duas caçambas de entulhos, que estavam acumulando água e se tornando focos de dengue do mosquito, de uma residência na Rua Fortaleza.

Dados do Brasil

Segundo o Ministério da Saúde, até 3 de novembro foram notificados 223.914 casos de dengue em todo o país, uma pequena redução em relação ao mesmo período de 2017 (224.773). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 107,4 casos por100 mil habitantes. Em comparação ao número de óbitos, a queda é de 23,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de 172 mortes em 2017 para 132 neste ano. No total, 12 estados apresentam aumento de casos em relação ao mesmo período do ano passado.

Também foram registrados 81.597 casos de febre chikungunya, o que representa taxa de incidência de 39,1 casos por 100 mil habitantes. A redução é de 55,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 182.920 casos. A taxa de incidência no mesmo período de 2017 foi de 87,7 casos por 100 mil habitantes. Neste ano, foram confirmadas em laboratório 35 mortes. No mesmo período do ano passado, foram 189. No total, sete estados apresentam aumento de casos em relação ao mesmo período de 2017.

Foram registrados ainda 7.544 casos prováveis de zika em todo o país, uma redução de 54,6% em relação a 2017 (16.616). A taxa de incidência passou de 8,0 em 2017 para 3,6 neste ano. No total, sete estados apresentam aumento de casos em relação ao mesmo período de 2017. Entre eles, destaca-se o Rio Grande do Norte, com 14,9 casos por 100 mil habitantes. (EBN)

 

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