Caminhada e suor no meio do verde

Dois campos de futebol, uma academia ao ar livre e um longo percurso para andar entre as árvores e sob a sombra.

Às oito da manhã de um início de semana, principalmente quando o sol esquenta o ventinho quase frio de um clima que é verão, mas parece outono, o movimento de pessoas nas proximidades dos campos de futebol e da academia ao ar livre acessados pela Rua Humberto Moreschi é intenso.

É uma via que faz o mesmo sentido da Avenida Gabriel Freceiro de Miranda. A extensão também é parecida, embora em um bom tanto de seu trecho a denominação seja outra. Numa das pontas, Rua Rio Iguaçu, parecendo inclusive avenida em um trecho, por causa das duas vias e o canteiro central. Na outra ponta, depois de cruzar a Rua Londrina, ela recebe o nome de Rua Guaratuba.

São dois campos de futebol separados por pistas de caminhada e ornamentados por muitas árvores. A academia ao ar livre está instalada rente à calçada da Humberto Moreschi. Quase em frente há uma enorme instalação onde funciona uma academia privada. Ao lado, uma retífica de motor já está aberta.

Pouco adiante, subindo no sentido do Jardim Santo Amaro, a primeira esquina é com a Rua Bento Munhoz da Rocha Neto, onde a arquitetura de uma capela chama a atenção. Mais acima, escola de um lado e o Residencial Castelo Branco, com seus vários blocos, no outro. A primeira rua à direita, antes do quarteirão que abriga a escola e depois uma faculdade, leva ao Centro da Juventude de Cambé.

É muito verde nos arredores. Por isso tem tanta gente logo de manhãzinha nas imediações. São moradores próximos que usam o local para se exercitarem. Silvia Cristina Peixe Alves faz caminhadas segunda, terça e quarta-feira, todas as semanas. Ela trabalha com feira livre, por isso não se exercita na quinta e na sexta-feira. Silvia mora no Jardim São Caetano.

É casada e tem duas filhas, uma de oito e outra de 15 anos. Nasceu no município de Pérola, aqui mesmo no Paraná, e mora em Cambé há 22 anos. Silvia lembra que havia, além das pistas de caminhada, dos campos de futebol e da academia ao ar livre, um parquinho infantil que o tempo levou por causa do envelhecimento dos aparelhos.

Para Silvia, porém, o recurso que os bairros próximos têm para a prática de exercícios físicos e lazer são privilégios dos moradores. Em cada um dos dias que comparece no Centro Esportivo Silvia dá de oito a dez voltas nos entornos dos dois campos de futebol. É uma distância considerável.

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